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sábado, 25 de setembro de 2010

Livre-arbítrio


Eu tenho livre-arbítrio
Não apenas diante de Deus e do destino..
Mas diante de você.
Diante de mim.
Eu sou livre para caminhar o meu caminho
seguir meu destino
traçar minhas linhas..
cantar o meu canto
de noite de dia
E a liberdade, atroz, me trai
na ferida egóica que me joga pra trás
Me espanto e anoiteço..
na noite me reconheço..
No sonho a luz se acende
Na sombra a desnudez
respiro...
Sou livre
Até para errar outra vez.

Um comentário:

  1. Que poema lindo!
    É engraçado como o conceito vil da liberdade aprisiona quando vc não sabe que caminho tomar e quer tentar todos. Acaba andando em círculos... Acho que a verdadeira liberdade está em escolher algo pelo qual valha a pena lutar. Se der errado, usa seu erro como bagagem pra vida, mas não retroceda, nem olhe pra trás.

    Adoro sua poesia =)
    beijos =*

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